Cobrar é o único momento do dia em que a sua agenda e o seu dinheiro têm de falar um com o outro, e quase sempre vivem em programas diferentes: a marcação num, o recibo noutro, e alguém a acertar contas à mão à noite. Na ClaudIA cobra-se a marcação que já está na agenda, e o recibo sai daí.
Cada moeda conta-se e acerta-se em separado, nunca se somam entre si: um negócio que cobra em dólares e na moeda local vê as duas contas limpas e a taxa que aplicou em cada pagamento. Os recibos nunca se editam — uma correção é um documento novo, como manda qualquer norma contabilística séria — e o resumo do dia chega-lhe ao WhatsApp ao fechar. Em Espanha o recibo sai como a lei de lá manda — fatura simplificada com o número fiscal do negócio e o imposto discriminado, fatura com os dados de quem a pede e retificativa se devolver. A caixa ativa-se negócio a negócio com o registo do seu número fiscal, a partir do painel.
Como funciona
- Abre a caixa ao começar o dia e anota com quanto começa.
- Cobra cada marcação a partir da sua própria ficha: um ou vários métodos de pagamento, com gorjeta se houver.
- Ao balcão, a mesma caixa num tablet: mosaicos com os seus serviços, teclado no ecrã e o troco calculado.
- O comprovativo imprime-se, envia-se por WhatsApp ou por email, com o nome do seu negócio.
- Ao fechar, conta o dinheiro e a caixa diz-lhe se bate certo, moeda a moeda.
